Depois do segundo capítulo começo a ter certeza de que Som e Fúria está baseando demais sua comédia em "piadas internas". O que para mim, convenhamos, é ótimo. O que chamo de piadas internas são tirações e humores que só quem está ligado ao teatro entende.
Por exemplo, o crítico da Cia chama-se Bárbaro. Quando o personagem do Felipe Camargo começa a insultar o crítico ele está, na verdade, cutucando a famosa crítica de Shakespeare, Bárbara Heliodora.
Já o novo diretor da Cia, Oswald Thomas é a caricatura perfeita do Gerald Thomas, com seus estrangeirismos e excentricidades.
Hilários!
Vamos continuar acompanhando.

Nas próximas postagens falarei da trilha sonora que, até agora, está inteira num mesmo grupo dos anos 70. Tu sabes qual é?